Cinco do seis

É hoje, maratonístico leitor, leitor-candidato, leitor-projetor de projetos — sim, cinco do seis, 05/06, o dia final para envio de inscrições em três dos quatro editais Rumos. A turma do Jornalismo Cultural ainda tem até 31 de julho para dar o recado. Corra, leitor-rumeiro em potencial, mas não vá embora, fique um pouco mais. Quer dizer: vá, termine seu projeto, mande-o, assim, em cima da hora mesmo, não tem problema, mas depois volte, não vá deixar este escriba órfão, que as histórias continuam.

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Por falar em histórias, ela voltou. À estrada. A rumeira interestadual para assuntos acadêmicos Babi Borghese arrumou as malas e zarpou pro coração do Brasil, candanga na capital da nação, Brasília-DF, onde acontece o XI Intercom Centro-Oeste. Nossos radares detectaram a presença de rumeiros de edições passadas no Planalto Central, e a previsão é de reencontros e tantas quantas emoções. Mais, não digo. Até o próximo post.

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Corre que dá tempo

Só pra lembrar: disque rumositaulab@itaucultural.org.br para tirar dúvidas sobre o edital de Arte Cibernética, rumoscinemaevideo@itaucultural.org.br para sanar anseios sobre Cinema e Vídeo, rumosdanca@itaucultural.org.br para esclarecer questões do edital de Dança rumosjornalismo@itaucultural.org.br para solucionar pendências do seu projeto em Jornalismo Cultural. Os três primeiros editais encerram suas inscrições nesta sexta-feira, dia 05, então pergunta lá!

Inscrições prorrogadas!

Salve, simpatia, estimado leitor deste folhetim virtual, alô-alô: interrompemos, adentramos, sentamos no sofá do seu fim de semana para mais uma bombástica notícia, dessas de acelerar corações e arrepiar nucas. Lembra que as inscrições dos programas de Arte Cibernética, Cinema e Vídeo e Dança iam até o dia 29 deste mês quase finado? Bem, não vão mais. Anote na agenda, no cantinho do projeto, na porta da geladeira: inscrições prorrogadas até 05 de junho. Espalhe pros amigos, grite pros vizinhos, passe o pente fino no seu projeto, volte lá pro seu sábado, mas não marque touca, que dia 05 é bom mas também tá bem aí.

Galeria de personagens Rumos: Letícia Sekito

O solo "E Eu Disse:" fotografado por Gil Grossi

O solo "E Eu Disse:" fotografado por Gil Grossi

 

Olhando assim de longe para a programação da caravana Rumos 2009, vendo assim com olho rápido o nome da coreógrafa Letícia Sekito ali entre tantos e de uma vez só, na palestra sobre Processos de Criação na Dança ministrada por ela em Campo Grande, você nem tem idéia: esse bate-papo entre Letícia e o Itaú Cultural vem de longe.

Quer dizer, talvez você tenha idéia, né? Vai ver você assistiu a alguma das apresentações do solo “E eu disse:”, que a artista vem apresentando nas unidades do SESC no interior de São Paulo (Ribeirão Preto, Catanduva, Araraquara, Campinas, Sorocaba, com Santo André, São José dos Campos e Santos pela frente). Ou antes disso, em 2007, talvez tenha visto o mesmo espetáculo em Belo Horizonete, onde a artista foi parar peregrinando com a Mostra Rumos Itaú Cultural Dança. Sigamos assim, de trás pra frente: o bate-papo começa um pouco antes, dedutivo leitor, quando o mesmíssimo espetáculo foi selecionado na edição 2006/2007 do Rumos Dança.

É este o movimento do diálogo, de selecionada Rumos Letícia Sekito passou a palestrante e, como palestrante, a coreógrafa voltou à experiência de selecionada, conversando com a turma em Campo Grande sobre a trilogia que “E eu disse:” compõe com “Disseram que eu era japonesa” (2004) e “O Japão está aqui?” (2008).

Paulistana, descendente de japoneses, coreógrafa, dançarina, diretora da Companhia Flutuante, Letícia não acaba aqui. Ela ganhou a Bolsa Rede Stagium 97, o Prêmio Estímulo à Dança 2003, o Rumos Itaú Cultural Dança 2006/2007, recebe apoio cultural da Fundação Japão desde 2004, fez residência artística no Japão em abril de 2008 e…também não acaba aqui.

Ali, algumas linhas abaixo, ela bate um papo rápido sobre suas pesquisas em dança, sobre as experiências no Rumos, sobre papel craft e uma porção de outras coisas. E mais ali, além, depois da última aspa, Letícia Sekito estará apenas começando.

 

Contato com a dança

“Profissionalmente e mais intensamente posso dizer que a dança entrou na minha vida aos 15 anos de idade, quando me mudei para Lisboa/Portugal com minha família e pude começar a frequentar um estúdio de dança que hoje chama-se C.E.M. sob a direção de Sofia Neuparth. Anteriormente a esse período a dança ‘entrava’ na minha vida nas festinhas de aniversário e casamento, nas atividades da escolinhas, nas lojas de discos e no meu quarto”.

 

Palestra em Campo Grande

“Foi bem importante e difícil refletir sobre a questão do meu processo de criação. Ao preparar a palestra, que prefiro chamar conversa, pude além de tentar descobrir o que seria interessante falar para um público que muito provavelmente não conhecia meu trabalho, pude fazer um balanço desses meus últimos 6 anos de processo de criação e refletir ainda mais sobre o processo do ‘E eu disse:'”.

 

“E eu disse:” e a seleção no Rumos

“Este trabalho deu continuidade à pesquisa coreográfica sobre identidade cultural e a relação entre corpo e cultura que eu já vinha desenvolvendo. Desde finais de 2002/2003 eu estava interessada na potencialidade da imagem do corpo e nas possíveis leituras poéticas da imagem e ação do corpo, como é visível no solo ‘Um pouco do corpo’.

“Em 2004 com o solo ‘Disseram que eu era japonesa’, estreado no evento Dança em Pauta, do CCBB, pude aprofundar a minha relação com a cultura japonesa e a minha imagem herdada de ‘japonesa’, que sempre contestei. Como esta questão das identidades culturais brasileiras é muito complexa, foi inevitável que eu continuasse a lidar com elas no ‘E eu disse:’. Sobretudo a questão da imagem/informação que trago no meu rosto, um rosto de ‘japonesa’ continuava a ser determinante, então propus de início esconder este rosto ocultando-o com um saco de papel craft ‘neutro’ e paulatinamente ir propondo outros rostos-corpos ao longo do desenvolver do solo”.

 

Crédito da imagem: Gil Grossi

Crédito da imagem: Gil Grossi

 

Experiência Rumos

“Sem contar eu ter ganho uma ajuda para o desenvolvimento da pesquisa em si, ter a garantia de poder compartilhar e mostrar a pesquisa em público e ver meu trabalho reconhecido, pude entrar conhecer vários outros artistas e trabalhadores culturais do Brasil com quem continuo até hoje a me relacionar profundamente.

“Mais especificamente pude participar do Festival 1, 2 na Dança, em BH; do Festival da Faculdade de Artes do Paraná, em Curitiba e com o Coletivo Couve-Flor; do Festival da Nova Dança; fui convidada do Seminário Performático sobre Fetichismo Visual do antropólogo cultural Massimo Canevacci; fui premiada com o ProAC 2008 de Circulação da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, podendo realizar a circulação neste primeiro semestre de 2009, com reaização do SESC e apoio da Fundação Japão, e agora em Junho de 2009 participar do Interatividade-Conectividade III, organizado pelo Dimenti, de Salvador.

“Não é de se negar também que com a chancela ‘Rumos’, há uma maior possibilidade de oferecer e levar meu trabalho para programadores, selecionadores e para a mídia em geral, que não conhecem meu trabalho, por exemplo. Espero que o programa Rumos Dança continue a acontecer e a se desenvolver sempre, e que outras iniciativas do Itaú Cultural para com a danca contemporânea possam ser concretizadas”.

 

* As fotos utilizadas estão na página de Letícia Sekito no Multiply

Cajuína

A caravana Rumos Itaú Cultural 2009 já está em Teresina. Onde amanhã tem palestra e oficina. E existirmos, a que será que se destina?

 

 

Terra do coreógrafo e rumeiro-palestrante Marcelo Evelin, que lá administra o Teatro Municipal  João Paulo II, onde criou e dirige o Centro e Núcleo de Criação do Dirceu.

Terra de Maria da Inglaterra (alô, alô, Natale e turma do Núcleo de Música!), destaque no Rumos Música e no suplemento cultural, er, bem, Piauí.

 

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Terra de Mário Faustino, lendário jornalista-crítico-tradutor da coluna ‘Poesia-Experiência‘ (Suplemento Dominical do Jornal do Brasil). E da geléia geral de Torquato Neto: ê pacatuba/meu tempo de brincar/já foi-se embora/ê parnaíba/passando pela rua/até agora/agora por aqui estou/com vontade/e eu vou e volto pra matar/essa saudade.

 

 

O Rumos leva pertinentemente à terra dessa turma a oficina de reportagem em jornalismo cultural Em Busca do Personagem: Um Olhar Singular. É na quinta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h às 18h, e é com o jornalista e escritor José Castello.

Às 19h, é a vez do biólogo Nélio Bizzo falar sobre Processos de Criação – A Obra de Charles Darwin como Exemplo de Processo Criativo. Em sua palestra, além de tratar da obra do velho Darwin, Bizzo discute a possibilidade de estabelecer um paralelo entre a criação científica e a artística. O papo acontece no Complexo Cultural Clube dos Diários/Sala Torquato Neto. Rua Álvaro Mendes, s/n, CEP: 64001-100. Tel: (86) 3222-7100 e (86) 3222-7075.

Já a oficina acontece no Memorial Zumbi dos Palmares. Av. Miguel Rosa, nº3400 — Centro/Sul. Tel: (86) 3216-3702. A atividade é aberta a profissionais, professores e estudantes. Inscrições antecipadas na Fundação Cultural do Piauí – Praça Marechal Deodoro, 816, Centro. Ou pelos telefones: (86) 3221-3446 ou (86) 8851-2937. Serão oferecidas 20 vagas.

Enquanto isso, no Brasil:

Logo mais, rrrrrespeitável público, a caravana Rumos Itaú Cultural 2009 entra em cena para mais uma sequência de diálogos, debates, e para dar o que falar por este vasto mundo brasileiro. Depois de Goiás, Brasília, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul , Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte, Acre, Paraíba, Pernambuco, Rondônia, Amapá, Roraima, Pará e Amazonas, ufa!, não perca o fôlego, atlético leitor, que é a vez de Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro abrigarem a tenda itinerante da rumaria.

Hoje é dia de Aracaju, e amanhã também. Logo mais às 19h, no Espaço Semear, Christine Greiner, professora do departamento de Linguagens do Corpo da PUC-SP, palestra sobre A Importância do Corpo nos Processos de Criação em Arte Contemporânea. Amanhã no mesmo horário, no mesmo local, e com a sua mesma presença, a coreógrafa carioca Lia Rodrigues fala sobre Processos de Criação na Dança, abordando o tema a partir da experiência de 35 anos de carreira. 

Na sequência, entre 16 e 18 de abril, a Universidade Federal do Espírito Santo, em Vitória, bem recebe a caravana para assistir, às 19h do primeiro dia, à professora Ivana Bentes palestrar sobre Convergência das Mídias e Linguagens, e ao artista multimídia Lucas Bambozzi falar sobre Linguagens em Trânsito: o Audiovisual nas Redes e as Tecnologias Recentes de Produção de Imagens. A confluência de formatos audiovisuais na internet e a exploração dos conceitos que envolvem essas novas possibilidades de linguagens estão entre os tópicos que serão abordados na fala de Lucas, assim como o conceito de microcinema. No dia seguinte (sexta-feira), das 14h às 18h, o mesmo Bambozzi ministra a oficina Filmes e Vídeo Experimentais, que pretende um aprofundamento das discussões a partir de análises detalhadas de exemplos e estudos de casos.
 
No sábado, 18, o jornalista José Castello volta à cena com a oficina Em Busca do Personagem: Um Olhar Singular. A atividade é aberta para profissionais e estudantes de jornalismo e os seus principais temas abordam a pesquisa, a escolha e a construção do personagem, técnica da entrevista e a transpiração na produção do texto.

E o Rio de Janeiro? Continua lindo, e recebe a caravana nos dias 16 e 17 de abril.

Às 19h do primeiro dia, o pós-graduado na área de biologia e educação Nelio Bizzo fala sobre Processos de Criação: A Obra de Charles Darwin como Exemplo de Processo Criativo. Ele observa que nas últimas décadas a história da ciência passou por uma profunda transformação como campo de pesquisas, contexto em que o trabalho de Darwin torna-se um tema privilegiado. Além desta questão, Bizzo conversa sobre a possibilidade de estabelecer um paralelo entre a criação científica e a artística.
 
No dia seguinte (sexta-feira), das 14h às 17h, Helena Aragão ministra a oficina Introdução à Web Colaborativa. O objetivo da atividade é desmistificar a internet e o processo de escrita e mostrar como a web 2.0 pode fazer diferença no dia-a-dia do usuário. Com aulas práticas e lúdicas, ele dá noções básicas de como ampliar o repertório dos canais possíveis para a difusão de conteúdo na web e como utilizá-lo.
 
Às 18h, André Brasil (professor da PUC-Minas e integrante do programa de pós-graduação em Comunicação) e Ronaldo Entler (mestre em multimeios pelo Instituto de Artes da Unicamp) falam sobre Cinema Expandido: Novos Formatos, Novos Espaços. Na palestra, o primeiro aborda o processo de expansão do filme para além da sala de cinema, e os novos aspectos que ele adquire, devido aos recursos digitais de produção e projeção existentes. Já Ronaldo Entler fala sobre o conceito de obra expandida e analisa o trabalho do documentarista francês Chris Marker que, nos anos 60, repensou o estatuto do cinema com uma inusitada obra de ficção científica, e hoje explora linguagens e ambientes alternativos para reinterpretar os registros que produziu ao longo de quase 60 anos de carreira.

Tá bom ou quer mais? Quer mais? Porque tem mais.

Em Manaus foi lindo, e a semana será

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A passagem da caravana Rumos Itaú Cultural 2009 por Manaus (AM) foi rápida como um post, condensou duas palestras num só dia [07/04, A importância do corpo nos processos de criação em arte contemporânea, com Christine Greiner, e Processos de Criação na Dança, com Marcelo Evelin] mas nem assim a cidade, os habitantes, a continental exuberância amazônica e o público que apareceu para o papo deixaram de marcar os peregrinos rumeiros e o olhar narrativo e fotográfico de Cristina Espírito Santo, nossa coordenadora de Artes Cênicas que, ao lado dos dois palestrantes e do produtor executivo Marcelo Monzani, se aprofundou no Brasil profundo e saiu feliz e atordoada, segundo nos conta e você confere agora, segundafêirico leitor. Limpe a vista, gotas de colírio natural pingando foto a foto, fato a fato, na sua face.

Bem-vindo a Manaus:

“Nem sei como começar”, Cris começa. “Aportamos lá dia 06 de abril — eu, Marcelo Evelin, Marcelo Monzani e Christine Greiner para a palestra que seria realizada no Palacete Provincial , um belo prédio construído em 1861 e que durante um período de mais de cem anos abrigou o Comando da Polícia Militar. Agora, devidamente tombado, foi restituído à população e forma um complexo que abriga o Laboratório de Arqueologia Alfredo Mendonça de Souza, a Cela Memória e Arena de Artes Newton Aguiar, destinada à realização de espetáculos ao ar livre de música, dança, teatro e cinema, a Pinacoteca do Estado, o Museu da Imagem e do Som do Amazonas, o Ateliê de Restauro de Obra de Arte e Papel, o Museu de Numismática Bernardo Ramos, o recém-criado Museu de Arqueologia e o Museu Tiradentes“.

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“Ufa! Isso é que é um espaço ‘multiuso'”, define suspirante. E prossegue: “A palestra acabou sendo na verdade uma conversa com as comunidades locais de dança e teatro, e mais uma vez o público e os palestrantes se empolgaram e a conversa durou 03 horas e meia. Novamente percebemos que a reflexão compartilhada e a interlocução com os artistas locais são uma estratégia que dá certo. Christine Greiner e Marcelo Evelin conseguiram criar uma atmosfera de troca de informações e experiências, além de responder a uma série de angústias e questões dos artistas presentes”.

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“No mais, nossa expedição em Manaus não podia deixar de ser tomada pelo clima local, e mergulhou fundo nas águas do Rio Negro, indo ao encontro do Solimões e dos igarapés, igapós, palafitas, vitórias-régias, botos, iguanas, samaúmas, tucanos, garças, pirarucus, tambaquis, tanta beleza e diversidade que ficamos atordoados. Sabe assim, atordoado de beleza? Pois é!”

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“É claro que não podíamos deixar de exibir os nossos momentos pitorescos, estrelados pelo nosso já famoso produtor executivo Marcelo Monzani e pelo nosso palestrante Marcelo Evelin. Os dois Marcelos resolveram preparar-se devidamente para encarar as águas amazônicas tomando uma beberagem que atende pelo nome de Viagra Natural”.

Marcelo Evelin estranha, no início...

Marcelo Evelin estranha, no início...

Já Marcelo Monzani era só sorrisos...

Já Marcelo Monzani é só sorrisos...

Diante das beberagens amazonenses

Diante das beberagens amazonenses

“A beberagem é muitíssimo estranha e confesso que temi pelo bom andamento da nossa aventura, mas até onde pude ver, nossos heróis não sofreram nenhum tipo de efeito colateral”.

[Cristina Espírito Santo]

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E enquanto a terça-feira não chega, com a novíssima etapa das itinerâncias Rumos 2009 — alô-alô, Aracaju! Alô, Vitória! Salve-salve, Cidade Maravilhosa! –, numas de deixar este post mais bonito confira mais algumas fotos enviadas por Cristina. No finalzinho, a programação da semana.

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Itinerâncias da semana:

Aracaju, SE: 14 e 15 de abril, Sociedade Espaço Semear

14/03, às 19h — Palestra A importância do corpo nos processos de criação em arte contemporânea, com Christine Greiner

15/04, às 19h — Palestra Processos de Criação na Dança, com Lia Rodrigues

Vitória, ES: 16 a 18 de abril, Universidade Federal do Espírito Santo

16/04, das 9h às 13h — Palestra Convergência das Mídias e Linguagens, com Ivana Bentes, e Palestra Linguagens em trânsito: o audiovisual nas redes e as tecnologias recentes de produção de imagens, com Lucas Bambozzi. Local: Auditório do Centro de Artes da UFES.

17/04, das 14h às 18h — Oficina Filmes e vídeos experimentais, com Lucas Bambozzi

18/04, das 9h30 às 18h — Oficina Em busca do personagem: um olhar singular, com José Castello

[Serão oferecidas 30 vagas para as oficinas. As inscrições podem ser feitas na UFES/Cemuni I, sala 28 – Laboratório de Internet e Cultura (Labic) – Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras – Vitória – ES – CEP 29075-910 – com Flávia ou Yuri – das 14h às 18h – de 06 a 15 de abril (exceto dias 10,11 e 12 de abril, feriado da Semana Santa). As oficinas ocorrerão no Núcleo de Multimeios , Sala Multimídia.]

Rio de Janeiro, RJ: 16 a 18 de abril, Universidade Federal do Rio de Janeiro

16/04, às 19h — Palestra Processos de Criação: A obra de Charles Darwin como exemplo de processo criativo, com Nélio Bizzodas

17/04, às 18h — Palestra Cinema Expandido: Novos Formatos, Novos Espaços, com André Brasil e Ronaldo Entler

18/04, das 14h às 17h — Oficina Introdução à Web Colaborativa, com Thiago de Souza Camelo