Atchê!

Amolecido pelo friozinho e pela segunda-feira, malemolente leitor? Tem problema não. O Rumos vai até você. Até sua TV. Liga lá na TV Cultura, às 23h40, e sirva-se do melhor da música brasileira no programa Rumos da Música, cuja receita leva os grupos e artistas selecionados pelo Rumos Música 2007-2009.

Hoje quem faz o rebuliço é o Quartchêto, uma turma que, vou te contar, entende bem desse troço de frio, gaúcha que é desde o nome. O grupo, que faz música instrumental regional com pitadas de improviso de jazz, é formado por Hilton Vaccari (violão), Julio Rizzo (trombone), Luciano Maia (acordeão) e Ricardo Arehanldt (percussão). E se inspira nas raízes gaúchas da música de folclore, visitando uma barbaridade de ritmos, como a milonga, o chamamé, a chacarera e o vanerão.

Mais ou menos assim:

 

 

Curtiu? Ligue sua TV no horário combinado que tem mais. Aliás, tem muito mais.

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Jornalismo cultural feito com números

Sim, numeroso leitor, notícia calculada na ponta do lápis de Babi Borghese, que após percorrer um, dois, três, quatro, cinco encontros de professores e estudantes de jornalismo pelo país chegou à redondíssima conclusão: somando os inscritos em cada encontro – 110 em BH, 2 mil no Rio, mil em Teresina, 1400 em Blumenau e 400 em Brasília –, foram quase 5 mil pessoas interpeladas, corações arrebatados e almas convertidas ao Rumos, 166 cursos de comunicação de 89 cidades em 24 estados informados sobre o programa e equipados com o material produzido pela edição anterior.

A lista:

AL – Maceió
AM – Manaus
BA – Ilhéus, Juazeiro, Salvador, Vitória da Conquista
CE – Fortaleza
DF – Brasília, Taguatinga
ES – Vila Velha, Vitória
GO — Goiânia
MA – Imperatriz, São Luís
MG – Belo Horizonte, Governador Valadares, Juiz de Fora, Muriaé, Ouro Preto, São João Del Rei, Uberaba, Uberlândia, Viçosa
MS – Campo Grande
MT – Alto Araguaia, Cuiabá, Rondonópolis
PA — Belém
PB – Campina Grande, João Pessoa
PE – Caruaru, Recife
PI – Picos, Teresina
PR – Cascavel, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Maringá, Pato Branco, Ponta Grossa
RJ – Barra Mansa, Cabo Frio, Duque de Caxias, Niterói, Petrópolis, Rio de Janeiro, Volta Redonda
RN – Mossoró, Natal
RO – Porto Velho
RS – Caxias do Sul, Cruz Alta, Frederico Westphalen, Ijuí, Lajeado, Novo Hamburgo, Pelotas, Porto Alegre, São Leopoldo, Santa Maria
SC – Blumenau, Brusque, Concórdia, Florianópolis, Itajai, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Miguel d’Oeste, Xaxim
SE – Aracaju
SP – Araraquara, Assis, Bauru, Campinas, Engenheiro Coelho, Guarulhos, Jaú, Lorena, Piracicaba, Salto, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Votuporanga

Fôlego de tri-atleta o da Babi, hein leitor?

Música para ver

 

Alô-alô, navegante-ouvinte, quer dizer, espectador, ou seja: leitor. Na batalha pré-inscrição no Rumos Jornalismo Cultural? Rrrroendo as unhas de curioso pra saber da seleção em Dança, Arte Cibernética e Cinema & Vídeo? A dica é: relaxe. Sacuda a poeira do sofá, saque o controle remoto e reanime sua TV. Sintonize-a na TV Cultura porque hoje, às 23h40, logo após o programa Roda Viva, a banda Móveis Coloniais de Acaju abre-alas, inaugura a série de programas Rumos da Música, que leva para a telinha os grupos e artistas selecionados da edição 2007-2009 do Rumos Música.

Até 17 de agosto, sempre às segundas, sempre neste bat-horário, você bate o pé no ritmo da nova música brasileira, curte shows e entrevistas, pula, dança e pensa “poxa, que som bom”, como a platéia do animado vídeo que abre sua segunda e este post, gravado na Sala Itaú Cultural.

A programação completa do Rumos da Música você confere aqui.

Ação entre amigos

O ex-rumeiro-sempre-rumeiro Augusto Paim, perfilado no post anterior, espalhou a notícia lá nos dois blogs (um, dois) que mantém.

*

Aliás, por falar em blog, e por falar neste blog, Marcelo Santiago, que já havia escrito sobre o Rumos 2009 lá no Meio Desligado, voltou ao tema — quer dizer, a nosotros — num segundo post. Em Os rumos blogueiros do Itaú Cultural, Marcelo comenta como o instituto pegou gosto pelos blogs, sobre como os tem utilizado mais robustamente ao longo deste ano que se aproxima da metade.

Além do blog que vos fala, o texto cita o blog do Mostravídeo — que também estreou em 2009 e apresenta boas discussões sobre o audiovisual mais experimental — e o twitter do Itaú Cultural, que descreve como “um dos perfis institucionais mais legais do país”. Como o foco são os espaços surgidos este ano, o post deixa de fora o blog do Itaulab, espaço indispensável para quem soma arte + tecnologia.

Mas, mais bacana do que simplesmente dar os links, o texto faz uma rápida e certeira análise dos locais para onde os links levam:

“Mais do que uma forma de se aproximar de seu público em potencial, a utilização de blogs desta maneira possibilita a ampliação das ações realizadas pelo instituto para além dos espaços físicos em que são realizadas e permite um registro dos acontecimentos tornando-os, em certos aspectos, acessíveis a qualquer pessoa”.

Não é bacana?

Galeria de personagens Rumos: Augusto Paim

“Agora o mate tá pronto, tô com as ferramentas prontas pra conversar”, Augusto Paim aparece na janelinha do msn. Agora sim. Um dia antes, quando abordei o jornalista gaúcho para lembrá-lo do perfil que queria fazer para este folhetim virtual, Augusto estava meio ocupado. Apurando uma matéria para a revista Continuum, que se você ainda não conhece, conheça: está hospedada no site do Itaú Cultural e é um barato. 

Augusto começou a colaborar com a revista em 2007. Depois da primeira pauta veio a segunda, e na sequência uma terceira, etc., o fato é que “rolava uma coisa ou outra a cada 3 ou 4 meses” até a frequência aumentar. O motivo? O gaúcho ter arrumado as trouxas e rumado para a Alemanha, a princípio como au pair, e a seguncípio para se tornar o primeiro jornalista-ex-rumeiro-correspondente-internacional para o Itaú Cultural. Ex-rumeiro? Ops: no meio da história esqueci de avisar que ela, a história, começa um pouco antes.

 

A história do começo, ou mais ou menos assim: Rumos Jornalismo Cultural 2004-2005

 

Santa Maria, 2004. Uma professora de jornalismo volta de um congresso com uns folders na manga, um desses folders vai parar na mão de um aluno que, munido de investigativo espírito jornalístico, o lê. É assim que se informa sobre um tal de edital de jornalismo cultural e, informado, repassa a informação para um colega de curso, que até então não sabia de nada. Esse último a saber da história foi Augusto Paim, que acabou sendo o selecionado do Rio Grande do Sul para a primeira turma do Rumos Jornalismo Cultural.

Porto-alegrense safra 1985, Augusto se mudou para Santa Maria aos 15 anos, terminou o colégio e cursou jornalismo. No meio disso aconteceu o parágrafo anterior, quer dizer, o Rumos. Que “veio numa fase em que eu andava meio desacreditado de tudo. Durante o programa eu redescobri o que me interessava no jornalismo”. Durante o programa quer dizer: ao longo do ano de 2005, quando a turma de selecionados produziu matérias, leu livros, discutiu pontos de vista e conversou noite adentro sob a batuta do editor daquela edição, o jornalista, dj e cidadão do mundo Israel do Vale. Sobre quem Augusto falou e disse: “com ele pude ver que tinha gente no mercado de trabalho fazendo coisas que na universidade diziam ser impossíveis de se fazer no jornalismo”.

Ficaram estas e outras coisas, essas e outras lições que Augusto guarda daquele tempo. Quer dizer, essas ele guarda, já que há outras que ele mostra. Como o Cabruuum. É, o Cabruuum. A certa altura da experiência no Rumos pintou a sugestão-tarefa de que os estudantes criassem blogs de jornalismo cultural especializados em alguma linguagem que escolhessem, e Augusto escolheu os quadrinhos.

 

Marca do blog, feita pelo quadrinhista Jô X

Marca do blog, feita pelo quadrinhista Jô X

 

“Tchê, eu lia quadrinhos desde piá”, Augusto calcula. “Certo dia, lá pelos 15 anos, decidi parar de ler, vendi todos os 400 gibis que tinha e esqueci completamente minha experiencia com eles. Daí na faculdade entrei prum grupo de pesquisa em imagem, e tinha que encontrar um gancho de pesquisa”. Como a ligação mais forte que possuía com o tema eram as então esquecidas HQs, Augusto matutou: “um dia me perguntei se não haveria ligação entre os quadrinhos e o jornalismo”. Uma noite, antes de dormir, teve um insight, e “no outro dia fui pesquisar na internet e descobri que o tal jornalismo em quadrinhosexistia. Quando o Isra[el do Vale] pediu pra criar o blog, eu pensei que seria uma economia de tempo e esforço aproveitar o tema e unir as duas pesquisas, do Rumos e do Grupo de Pesquisa”.

Pode até ter sido economia de esforço, mas não de tempo: o Cabruuum, como o sabido leitor intui pelo link do parágrafo acima, segue firme, forte e operante. E não só na rede — em meados de 2008, quando o laboratório do Rumos e mesmo a faculdade já moravam na memória afetiva, Augusto chegou a ministrar uma série de oficinas sobre quadrinhos em algumas cidades do Rio Grande do Sul. Aqui tem um post do próprio sobre o assunto, e aqui, uma entrevista que concedeu ao site Impulso HQ falando sobre a experiência.

Eu disse 2008? Putz, lá se foi a cronologia.

 

A formatura, o universo e tudo o mais: de Porto Alegre ao Rio de Janeiro à Alemanha

 

Em março de 2007, aos 21 do primeiro tempo, diploma na mão, Rumos nas costas, Augusto migrou de volta para a Porto Alegre natal. “Eu me mudei de novo pra POA por dois motivos”, ele confere. Um deles foi a decana oficina literária do escritor Luiz Antonio de Assis Brasil — por onde já passaram nomes como Daniel Galera, Cíntia MoscovichDaniel Pellizzari –, e que então seria a vez do imberbe jornalista cursar. A outra? Divulgar o Rumos.

“Eu fiz a divulgação do Rumos Jornalismo Cultural e do Rumos Literatura no Intercom Sul e em algumas faculdades gaúchas em 2007. Esse foi meu trabalho de volta ao Itaú Cultural, numa fase tinhosa como foi a da pós-formatura”, Augusto lembra do difícil que foi trampar na cidade, este potencial terceiro motivo que acabou não se concretizando. “Barbaridade!”, resume.

Acontece que as oportunidades que pintaram estavam meio distantes do jornalismo cultural, e Augusto não queria ir tão longe assim. Preferiu ir longe em outra direção e dar um pulo no Rio de Janeiro. “Um dia a Babi [Borghese, intrépida conhecida do fenomenal leitor] me mandou um email convidando pra fazer a primeira matéria para a Continuum, no Rio de Janeiro. Era setembro quando Augusto viajou para fazer seu primeiro freela pro Itaú Cultural, permanecendo POA como seu quartel-general. Foi só depois de um ano na cidade, num “vai-e-vem profissional”, que nosso personagem decidiu dar uma banda pela Alemanha.

 

A Alemanha vista do Sul

 

“Eu tinha decidido nem levar mate para a Alemanha”, o gaúcho me diz, dando a dimensão do quão radical seria a experiência além-mar. Na cidade de Meppen, seu primeiro pouso em solo alemão. “Cheguei lá querendo fazer imersão cultural mesmo”. 

A experiência cultural foi, sim, intensa, mas bateu a abstinência, e após amigos gaúchos aportarem no Velho Mundo com carregamentos da planta, Augusto descobriu na cidade de Frankfurt uma loja que, veja só, vendia a iguaria. “Depois me mudei para perto de Berlin e lá tinha uma loja de produtos latino-americanos. Sem falar que minha namorada foi me visitar e levou mais. Enfim, sempre tem um gaúcho que pode levar”, dá a dica.

Mas essa coisa do mate foi apenas uma das que saíram do roteiro. A outra, veja também, foi que Augusto, a princípio lá na área como au pair, acabou estagiário dum jornal em Meppen, o Meppener Tagespost. Te juro, e dou provas:

 

augusto

Nosso correspondente internacional tirando onda

 

Como rolou? “Rolou por meio dum jornalista que conheci e que fez um breve perfil sobre mim no jornal. Tu sabe, estrangeiros numa cidade pequena na Alemanha são seres exóticos”. Tá, mas como tu conheceu esse jornalista?, eu pergunto, compartilhando pronome e pronúncia. “A mãe da família com quem eu estava morando que me apresentou. Ela se deu conta de que eu poderia estagiar no jornal e pôs a gente em contato. A idéia era só conversar, mas acabei percebendo que tinha virado pauta também”, ele ri, referindo-se à matéria da foto — tem mais de onde veio, quer dizer, no blog que o representante rumorístico na terra da filosofia criou para contar suas aventuras. “Digo ‘me dar conta’ porque alemão é dificil”, continua. “Eu entendia 15% do que se falava”.

 

Augusto assinado em alemão

Augusto assinado em alemão

 

Depois de virar notícia, o estágio de um mês. E escrever em alemão? “Olha, na verdade eu fazia só notinhas, então não foi complicado. No meio disso o Itaú Cultural me mandou prum Centro de Artes Eletrônicas e aí sim pesou. Eu tinha que entrevistar o diretor do Centro sobre música eletroacústica: assunto brabo, e em alemão. Mas funcionou. A necessidade faz a gente aprender”. É, funcionou mesmo.

Rodando pela Alemanha como rodou pelo Brasil, Augusto ainda teve tempo de se enturmar com a turma dos quadrinhos em Berlin, e de tocar a experiência de colaborador da Continuum na terra das consoantes. Voltou pro país tropical com três matérias na manga, e “agora tem uma sobre literatura ciberpunk” em fase de apuração.

 

De volta para o presente

 

Por falar em voltar, e a volta? Embora determinado a se aquietar geograficamente, a dar um tempo em Porto Alegre após tanta mudança, o que é a geografia para quem não pára quieto por dentro? Além das matérias pro Itaú Cultural, Augusto toca um projeto (“o carro-chefe”) com o jornalista e escritor Airton Ortiz, de quem roteiriza alguns textos para os quadrinhos. Junto com o também rumeiro da mesma safra Leandro Lopes — que também daria um caudaloso texto –, luta pra trazer de volta à vida o Sotaques, programa para o qual produziu algumas matérias em 2007 e que por sinal agitou rumeiros das duas edições do jornalismo cultural. “E tem todos os trabalhos ligados a quadrinhos”, claro.

De frente pra janela do msn, um dia depois da nossa conversa, comento com Augusto a dureza de editar algumas histórias que ele me contou e que apesar de incríveis não caberiam na narrativa que escrevi pra apresentá-lo ao longitudinal leitor, e me lembro assim de supetão que antes, naquele “um dia antes” de nossa conversa sobre o qual contei ali logo no primeiro parágrafo, quando perguntei se ele lembrava que eu queria entrevistá-lo, Augusto desconversou, disse que não tinha muito o que dizer, e eu fico imaginando quem teria.

SGAS 613/614 LT.97/98 Av. L2S Bsb DF IESB Sl. HB2

Não se assuste, gramático leitor, nem se esmere em rebuscadas interpretações — não se trata de nenhum código Fibonacci o que se lê lá em cima. O título deste post é um endereço. Sim, uma coordenada, o segredo revelado do caminho que nossa rumeira Babi Borghese percorreria para chegar ao seu destino. 

É que lá no SGAS 613/614 LT.97/98 Av. L2S Bsb DF IESB Sl. HB2 ocorreria a oficina “Práticas de Telejornalismo”, ministrada pela professora Aliene Coutinho durante o XI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Centro-Oeste, e lá nossa emissária papearia com os 40 oficinandos sobre o ainda aberto edital do Rumos Jornalismo Cultural.

Isso mesmo, confortável amigo, enquanto eu e você nos refestelávamos em nossos fins de semana, Babi Borghese ia à luta para desvendar os mistérios das quadras e superquadras do Distrito Federal. Nossa desbravadora, nossa desBabibravadora desbravou agregados de estudantes e professores no Intercom, conversando pessoalmente com os cerca de 400 inscritos no evento. Muita lábia, labioso leitor, e espírito investigativo para desvendar códigos, quer dizer, endereços.

Teria Babi se perdido entre os números e as consoantes do SGAS 613/614 LT.97/98 Av. L2S Bsb DF IESB Sl. HB2? Faça sua aposta e confira o resultado em mais um emocionante capítulo do Rumos 2009: a foto-novela.

BSB - DF

BSB - DF

Quadra 614 da Avenida L2 Sul

Quadra 614 da Avenida L2 Sul

Ao fundo, o IESB: Instituto de Educação Superior de Brasília

Ao fundo, o IESB: Instituto de Educação Superior de Brasília

Opa, quase lá!

Opa, quase lá!

O edifício H em pessoa

O edifício H em pessoa

Hmmm, múltipla escolha

Hmmm, múltipla escolha

Será por aqui?

Será por aqui?

Final feliz clicado pela professora Daniella Goulart

Final feliz clicado pela professora Daniella Goulart

Cinco do seis

É hoje, maratonístico leitor, leitor-candidato, leitor-projetor de projetos — sim, cinco do seis, 05/06, o dia final para envio de inscrições em três dos quatro editais Rumos. A turma do Jornalismo Cultural ainda tem até 31 de julho para dar o recado. Corra, leitor-rumeiro em potencial, mas não vá embora, fique um pouco mais. Quer dizer: vá, termine seu projeto, mande-o, assim, em cima da hora mesmo, não tem problema, mas depois volte, não vá deixar este escriba órfão, que as histórias continuam.

*

Por falar em histórias, ela voltou. À estrada. A rumeira interestadual para assuntos acadêmicos Babi Borghese arrumou as malas e zarpou pro coração do Brasil, candanga na capital da nação, Brasília-DF, onde acontece o XI Intercom Centro-Oeste. Nossos radares detectaram a presença de rumeiros de edições passadas no Planalto Central, e a previsão é de reencontros e tantas quantas emoções. Mais, não digo. Até o próximo post.