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Mineiros tomando Rumos

Tomando Rumos: na UniBH, Babi conversa com alunos da UFOP (Federal de Ouro Preto) e Estácio de Sá de Petrópolis, presentes para as discussões abertas a estudantes

 

“E bota maratona nisso!”, Babi Borghese define o fim de semana mineiro. No bom sentido, no bom sentido, não entenda mal. É que o 12° Encontro Nacional de Professores de Jornalismo do FNPJ teve 110 inscrições de todo o Brasil e se você pensar que, por exemplo, no 1° dia ocorreu o encontro de coordenadores de cursos de jornalismo na Faculdade Pitágoas, com uns 30 participantes, vai entender que Babi teve a manha de falar com os inscritos um por um. Ponto para o Rumos.
 
No sábado foi o dia dos Grupos de Pesquisa, em que os 110 inscritos se dividiram em 06 turmas para relatos de caso. “Nossos professores rumeiros Nisio Teixeira, Marina Magalhães e Margareth Assis Marinho apresentaram o mapeamento no Grupo de Pesquisa Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino, sob coordenação do Prof. Dr. Leonel Aguiar, da PUC-Rio. Foi o maior dos grupos — 27 peofessores/coodenadores”. Ponto para o Rumos parte II.

 

Rumaria, atacar!

Rumaria, atacar! Marina Magalhaes, Margareth Marinho e Nisio Teixeira

 
“Todos ouviram com atenção nossos 15 minutos de fama, em que os três explicaram muitíssimo bem a que vieram. Margareth, inclusive, protagonizou um ’30 segundos para nossos comerciais’, falando com carinho de sua experiência no Rumos. Não se conteve e mostrou a todos o folder das novas inscrições. Nisio lembrou da revista Singular e contou um pouquinho da experiência dos estudantes, e a Marina fez a apresentação do mapeamento, que foi detalhado pelo Nisio”, Babi documenta.
 
Ficou curioso? O trabalho estará disponível em breve no site do FNPJ. Legal, né?

 

2XBH

 

E agora, num fabuloso giro de 360º, sairemos de BH direto para…BH, circunférico leitor. A terrinha é boa e a gente não se cansa: logo após o feriado, nos dias 22 e 23, os inconfidentes recebem a caravana Rumos para mais uma sequência de bate-papos, no Museu Inimá de Paula.

Na quarta, às 19h, Suely Rolnik fala sobre Processos de Criação, abordando em sua palestra as práticas artísticas dos anos 60 e 70 que tiveram como alvo o poder institucional e disciplinar do ‘sistema da arte’. Suely parte desta idéia para discutir as experiências criativas em países da América Latina que estiveram sob regime ditatorial no mesmo período.

Quinta-feira, no mesmo bat-horário, o tema é O Real Imaginado: O Documentário de Criação, o palestrante é Joel Pizzini, e o foco são as experiências realizadas por autores – de Alberto Cavalcanti a Glauber Rocha – que reinventaram a memória histórica, política e/ou poética. Na sequência, Consuelo Lins discute Processos de Criação no Documentário, propondo uma reflexão em torno de alguns procedimentos usados na produção contemporânea de documentários, entre os quais a construção de dispositivos de filmagem e a utilização de imagens de arquivo — públicos, familiares, privados, pessoais, cinematográficos, televisivos, anônimos — na montagem de filmes.

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