Caravana no Norte, poloneses do Sul

O retrato e o retrato falado de uma cidade distante. A história de uma família que veio de longe. O que a Polônia veio fazer no Rumos e como foi parar em Porto Velho? Calma, intranquilo leitor, não se avexe. Enquanto Fabio Malini conversa com a turma de Macapá sobre Blogs, Estilos Textuais e a Construção da Reputação em Rede, Claudiney Ferreira envia mais páginas do seu bloco de notas, nas quais você conhece um pouco mais os meandros e os meios desta nacional viagem, e ainda tira as cabeludas dúvidas da caixola. É só seguir o texto:

Coisas de Porto Velho

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“Porto Velho, no meio da Floresta Amazônica, é uma cidade de ruas largas (uma cidade para o futuro?) e calçadas vazias de árvores. Tomada por bicicletas e motos, andar pela capital de Rondônia durante um dia de sol não é fácil. Encontrar uma praça, um lugar para descansar e um pouco de sombra, também não. 

 

“Lá, as oficinas do Rumos Jornalismo Cultural ocorreram na Escola Municipal Ulisses Soares Ferreira, a menos de dois quilômetros da estrada Porto Velho-Cuiabá, no limiar da cidade. A sala destinada às oficinas tinha uma boa infraestrutura e contava com vinte computadores. Quinze pessoas participaram da oficina da Eliane Brum no dia 27. Diferentemente de Rio Branco, onde os ‘oficinandos’ eram estudantes, em Porto Velho a turma era composta de profissionais — professores de Comunicação e jornalistas.
 
porto-velho04
 
“A parceira do Itaú Cultural em Porto Velho foi a Secretaria Municipal de Educação. Gicelle Soupinski, assessora de imprensa da Secretaria, acompanhou a equipe do Rumos.  Gicelle é catarinense, nasceu em Canoinhas. Sua chegada em Rondônia é apenas mais um capítulo da vida da família Soupinski, desda a Polônia, logo depois da Segunda Guerra. A saga pode ser assim resumida: Polônia, meados dos anos 1940 >> Canoinhas, Santa Catarina >> Cascavel, Paraná, anos 1960 >> Nova Mutum, Mato Grosso, final dos anos 1970 >> Humaitá, Amazonas, em 2004  >>  em 2005 Gicelle seguem sozinha para Porto Velho”.
 
[Claudiney Ferreira]

[Fotos: Fábio Malini]

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3 thoughts on “Caravana no Norte, poloneses do Sul

  1. Porto Velho parece então com Boa Vista. Mas as nossas ruas, apesar de cada vez terem menos árvores nas calçadas, são mais limpas.
    Para fotografar ruas arborizadas em BV, anota aí:rua Floriano Peixoto, Centro. Foram plantadas há décadas, em alguma administração esquecida.
    Para fotografar calçadas sem árvores, avenida Jaime Brasil, a um paso da Floriano.
    Bem-vindos à Amazônia.

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