Na volta do Recife…

Guilherme Kujawski nos envia o curioso relato de seu encontro com um tecnicolor fantasma tupi. Isso mesmo, incrédulo leitor: forças ancestrais dançando frevo e tirando dúvidas sobre os editais Rumos. Quer dizer, mais ou menos isso. Deixa que o Kuja conta, vai.

***

“Envio o desenho de Guajupiá. Segundo a cosmogonia tupi, trata-se da sombra, a alma pesada, que fica rondando o corpo, em oposição a angüera, a alma mais leve, que fica dentro da cabeça (fonte: Meu Destino é Ser Onça, Alberto Mussa, editora Record, 2008).

A entidade escapou da câmera digital, mas não da imaginação de Kuja

A entidade escapou da câmera digital, mas não da imaginação de Kuja

“Li o livro na viagem de ida [para Recife] e fiz o desenho no quarto do hotel, motivado por um fenômeno do tipo Poltergeist: na madrugada de quinta-feira, dia 26, a TV do meu quarto ligou sozinha; claro que há uma explicação: alguém programou a dita para ligar a tal hora. O fato é que eu não descobri de jeito nenhum como fazer para programar (e, claro, para DESPROGRAMAR), por isso tratei o fenômeno como sobrenatural. O Guajupiá, como entendo, é o fantasma da cultura Tupi”.

[Guilherme Kujawski]

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