A semana de trás pra frente, ou o contrário

Após uma chuva pra lá de paulistana, Fortaleza abre os braços e o céu pra receber os Rumorosos

Após chuvarada pra lá de paulistana, Fortaleza abre os braços e o céu pra receber os Rumorosos

Assim disseram a Babi Borghese, representante do Rumos Jornalismo Cultural, atualmente em rumaria pelo Nordeste: “ontem o céu desabou por aqui”. Ontem, no caso, o dia anterior à chegada da caravana em Fortaleza. Quer dizer: anteontem, pros padrões de hoje.

Babi, sem guarda-chuva

Babi apresenta o Rumos sem guarda-chuva

Sim, confortável leitor, chovia a cântaros anteontem na capital cearense, mas não hoje, muito menos ontem de fato, quando na Vila das Artes Daniel Cardoso deu início às atividades do Rumos na Terra do Sol, com a palestra Processos de Criação.

Daniel Cardoso em processo criativo

Rumos Apresenta: Joel Pizzini e a Lotação Esgotada

Apesar do feriado municipal a sala lotou e, como já aconteceu em outras cidades, teve gente proseando em pé. Pois é, simpatia: é o Rumos 2009 levantando as mais altas discussões, literalmente. A oficina sobre documentário para web, ministrada na tarde de hoje pelo cineasta Joel Pizzini, também lotou: 25 vagas oferecidas, 25 vagas preenchidas.

O público do primeiro dia, ou parte dele

Daniel Cardoso em processo criativo

 Amanhã é a vez de José Castello ministrar a oficina que já apresentou em São Luís. Aliás, ao deixarem a capital maranhense rumo a Fortaleza, Babi e Castello deixaram na ilha maravilha o criador e intérprete Vanilton Lakka, que ainda ministraria a palestra Processos de Criação em Dança, sua primeira participação na peregrinação rumorosa.

Material exibido por Vanilton Lakka em São Luís

Material exibido por Vanilton Lakka em São Luís

É sobre ela que o artista conta: “A conversa teve como interlocutores artistas, estudantes de dança, professores e profissionais ligados às ações de dança promovidas pelo governo local. As questões que surgiram estavam relacionadas a procedimentos, à história pessoal dos artistas, às políticas culturais locais e nacionais e à eterna busca por compreensão sobre o que é dança contemporânea”.

Vanilton e o público

Vanilton e o público

Diz também que diversidade cultural da cidade se refletiu no auditório, que abrigou pessoas com experiências as mais diversas, do bumba-meu-boi à dança clássica. E completa: “depois dessa experiência fico na expectativa de projetos de artistas locais no Rumos e em outros carnavais. Afinal, a cidade promete”.

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