Papo de Palmas, blackout em Brasília

Cardoso e Kujawski, Palmas (TO)

Cardoso e Kujawski, Palmas (TO)

Guilherme Kujawski acaba de voar de volta de Palmas para a sede do Itaú Cultural em São Paulo, onde coordena o núcleo de Arte e Tecnologia. Na capital do Tocantins, Kuja ministrou uma palestra sobre Arte Cibernética ao lado de Daniel Cardoso, que falou sobre processos de criação.

Mas conta aí, Kuja, como é que foi?

“Em Palmas foi um arraso, tivemos um auditório com 130 pessoas. A parceria com o Sesi ajudou muito nesse sentido, já que além dos artistas havia presente um bom número de estudantes das escolas técnicas”. O resultado foi que as cadeiras não foram o suficiente, e parte do público precisou emprestar alguns assentos de outras salas, ou participar do papo em pé mesmo — o importante era participar.

Dos artistas presentes, Guilherme conta que muitos demonstraram trabalhar na fronteira entre artes plásticas e artesanato, e que ficaram muito impressionados com as possibilidades apresentadas pelo uso da tecnologia. “As palestras visivelmente abriram portas para eles nesse sentido. Um dos artistas veio falar comigo no final e disse: ‘eu faço arte cibernética e não sabia!’ Isso porque um dos pontos abordados foi que, mais do que a tecnologia propriamente dita, a arte cibernética tem a ver com interatividade, e essa noção está presente no trabalho dele”.

Não dá pra ver, mas pode confiar que tinha muita gente em pé.

Não dá pra ver, mas pode confiar que tinha gente em pé aqui no canto.

O clima do auditório misturava de maneira muito presente interesse e necessidade. “Na hora das perguntas, além das dúvidas específicas sobre o edital, houve uma boa quantidade de pessoas interessadas em saber como a tecnologia pode ser útil no contexto da cidade, de uma cidade como Palmas, que alia a carência de recursos com uma sede muito grande de informação”.

Antes de pisar em solo tocantinense, Kujawski acompanhou de perto a oficina de introdução à web colaborativa ministrada em parceria com o Overmundo em Brasília, pelo jornalista Viktor Chagas. “Logo de cara”, nos conta Kuja, “o Viktor pediu para que os participantes criassem uma conta no Twitter, de modo que pudessem fazer uma espécie de cobertura em tempo real da oficina”.

O resultado é que, digitando #rumos2009 na ferramenta search do Twitter, você encontra quatro páginas de cobertura sobre o recheio da oficina. O que mostra que deu supercerto. Aliás, deu tão certo que até a cidade ajudou. “A oficina começou às 14h:15, terminou às 17h15 e…às 17h30, metade de Brasília sofreu um blackout!”.

Então é isso, o blackout pode se atrasar, mas você não. A partir de hoje o Rumos marca presença em São Luís (MA), e na sequência tem Campo Grande (MS) e Fortaleza (CE). Não esqueça!

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One thought on “Papo de Palmas, blackout em Brasília

  1. Como nosso amigo Guilherme falou realmente o auditório aqui em Palmas ficou lotado, muitas pessoas mesmo, até em pé… só faltou falar na parceria com a Fundação Cultural do Estado do Tocantins… mas é isso ae galera, precisando, estaremos aqui novamente para dar o mesmo apoio ou se não até melhor…

    Abraços…

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